Portfólios globais enfrentam um gap estrutural: o Brasil é amplamente discutido, mas pouco acessado. A exposição geralmente vem de veículos passivos, deixando de fora a real oportunidade nos mercados privados—indústria, agronegócio e infraestrutura. A barreira não é conhecimento ou risco, mas estrutura. O verdadeiro alpha está em tornar o Brasil investível.